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"LittleBigPlanet": seu próximo pequeno/grande jogo[NDS]

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"LittleBigPlanet": seu próximo pequeno/grande jogo[NDS]

Mensagem por Rafael Lannes em Qua Maio 27, 2009 6:55 pm

Pequeno pela simplicidade aparente, grande pelas infinitas possibilidades. O que começou como um jogo simples e despretensioso em desenvolvimento por um estúdio independente rapidamente se tornou no grande xodó da mídia especializada, clamado por alguns como o arauto da salvação do PlayStation 3.

Desde a Game Developers Conference (GDC) de 2007, quando “LittleBigPlanet” veio a público pela primeira vez, as expectativas em torno dele cresceram em proporções estratosféricas. Agora, com seu lançamento já iminente, no dia 24 de outubro , o Arena Turbo teve a chance de jogar a fase beta do jogo – e podemos dizer que ficamos encantados.


"LittleBigPlanet" é simplesmente o mais original e divertido jogo de plataforma dessa geração. Seu visual aparentemente simples não condiz com a enorme complexidade do jogo, e após algumas customizações simples rapidamente ele já adquire um visual único, só seu. A quantidade de roupas e acessórios que você pode usar é imensa, e é possível descobrir ainda mais, colecionando-as através da campanha single-player do jogo.

Os créditos iniciais do game são bem parecidos com a fase mostrada na conferência da Sony na E3 desse ano, na qual uma fase do jogo fez as vezes de uma apresentação de PowerPoint. Uma voz britânica e charmosa guia o jogador pelos comandos simples, porém eternos, que podem ser utilizados pelos personagens pelo jogo: Correr, pular e agarrar objetos.

O narrador também explica como fazer ações que ao invés de consequências práticas são apenas divertidas. Por exemplo, abrir um sorriso de cachorro bobo feliz ou gritar de raiva, usando os direcionais analógicos do joystick. Apertar L2 ou R2 permite controlar, respectivamente, seus braços esquerdo e direito. Já a função Sixaxis pode ser usada para fazer seu personagem olhar pra cima ou curvar-se para a frente, como um cumprimento – chacoalhar o controle também ajuda a livrar-se do jetpack, quando o estiver utilizando.


Após os créditos, seu “sackboy”, o bonequinho de pano que representa seu avatar no jogo, aterriza em uma cabine - que também pode ser decorada à exaustão com objetos e adesivos coletados ao longo das fases. Trate de caprichar, pois ela será ponto de partida para todas as suas aventuras pelo rico universo de “LBP”. Como é explicado no vídeo de introdução, esse universo é formado por ideias e lampejos criativos de toda a humanidade. Trata-se de um mundo alimentado pura e simplesmente pela imaginação de seus usuários, e é nisso que reside a maior força desse pequeno e grande jogo.

Uma ferramenta de criação permite que qualquer usuário construa suas próprias fases, com um grau de complexidade altíssimo, utilizando e mixando objetos, sons, imagens e diversos tipos de mecânicas físicas. Também dá pra adicionar textos, introduzindo elementos narrativos na sua fase. Uma vez prontas, elas são compartilhadas com outros jogadores, que por sua vez poderão jogá-las sozinhos ou com seus amigos, e ao final da experiência classificá-las com palavras-chaves. Se gostarem, é possível adicioná-la como favorita, tornando-a inclusive mais popular.

A fase beta já está recheada dessas fases. Desde recriações homenagens jogos clássicos como "Shadow of the Colossus" ou "Sonic", até as mais assustadoras ou que suprem seus sonhos infantis de astronauta. Outras fases impressionam pela inovação na utilização das mecânicas do editor, como essa calculadora eletrônica ou um mecanismo musical que toca Sweet Child O’Mine, dos Guns N' Roses. Há espaço até para as mais polêmicas, como as que recriam os atentados de 11 de Setembro às torres gêmeas norte-americanas. Ou então, construir uma fase para pedir sua namorada em casamento! As opções são realmente infinitas, e os usuários do beta só exploraram a ponta do iceberg.


"LittleBigPlanet" é na verdade um grande playground. Seus inúmeros níveis de paisagens e texturas são simplesmente encantadores. Todos os elementos parecem maravilhosamente táteis, e o jogo apresenta uma física virtualmente perfeita – inclusive na movimentação de seu Sackboy ou Sackgirl, mais lenta que o normal justamente por ser um boneco de pano. Caixas de papelão explodem e pedaços de madeira interagem com o ambiente da mesma maneira que você esperaria ver na vida real.

Em modo cooperativo, “LBP” é ainda mais divertido, conforme você dança ou esmurra seus colegas de pano por fases malucas ou desafiadoras. Algumas fases singleplayer, inclusive, possuem trechos que só podem ser destravados quando em multiplayer, encorajando os jogadores a participarem dessa experiência em grupo.

O jogo também possui um forte aspecto comunitário. É possível para encontrar amigos da PSN dentro do game, assim como ver suas fases preferidas ou criações feitas por eles. A qualquer momento também é possível convidá-los para entrar em um grupo, e juntos explorarem criações de outros usuários. Ou então pedir permissão para entrar na fase que eles estiverem jogando naquele momento.


Ao ligar um segundo ou terceiro joystick, amigos na sua sala podem entrar no meio da fase que você estiver jogando atualmente. Inclusive, de acordo com nossos testes, pessoas que não possuem afinidade com games divertiram-se horrores saracoteando pelas fases malucas criadas pela comunidade. Em uma ocasião particularmente hilária, assisti de camarote minha irmã e uma amiga disputando aos tabefes, com suas “sackgirls”, um amontoado de bolas vermelhas ao final de um cenário pós-apocalíptico.

Os gráficos do jogo são um festival a parte. Isso se deve em grande parte à já citada qualidade da engine física, mas as animações dos personagens também não ficam atrás, e provavelmente são capazes de deixar a onipotente Pixar orgulhosa. Em todas as fases parece realmente que você está interagindo com todos esses materiais foto-realísticos, como uma criança brincando com pedaços de papelão e lata em uma garagem.

Pule em um veículo, e a velocidade aumenta gradualmente, fazendo você inconscientemente apertar o controle com mais força para segurar seu personagem em cima dele. A imagem fica borrada, em ótima simulação de velocidade supersônica, o que reforça ainda mais o impacto quando você subitamente esborracha em uma parede ao final da corrida.


O potencial criativo aqui é absolutamente imenso. Em seu lançamento, o game já virá com uma grande variedade de fases criativas, e potencialmente insanas, criadas pelos usuários durante a fase beta – inclusive as citadas acima. E esse é apenas o começo: conforme os usuários se familiarizarem mais com as mecânicas de criação, esse conteúdo só tende a melhorar.

"LittleBigPlanet" é como um gigante letreiro sinalizando uma nova geração de gamers. É uma realização de um ideal “faça você mesmo” porcamente introduzido por “Spore”, mas realizado aqui com genialidade conceitual e perfeita execução. A produtora MediaMolecule fez – ou está em vias de, visto que jogamos apenas a versão beta – um ótimo trabalho em fornecer aos jogadores as ferramentas necessárias para virtualmente criarem seus próprios jogos.

Se “LBP” será responsável por alavancar as vendas do PlayStation 3, se tornará um sucesso comercial, ou mesmo se a versão final terá a qualidade que presenciamos no beta é algo que ainda não é possível prever. Mas já dá pra afirmar sem sombra de dúvida que ele possui cadeira cativa na história dos games.


Em uma mídia marcada pela introdução da interação pessoal na narrativa, "LittleBigPlanet" consegue dar um passo além, transformando um game em um catalisador e propulsor de criatividade. Coloca a criação de conteúdo nas mãos dos usuários, no melhor estilo “uma ideia na cabeça, um joystick à mão”. Seja bem vindo à era do Game 3.0.

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